

De 10 a 13 de Novembro
Manaus - AM





7º ENPSSAN – Programação Preliminar
| 10/11/2026 | ||
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| HORÁRIO | TÍTULO | DESCRIÇÃO |
| 09:00 - 17:00 | Credenciamento | -- |
| 09:00 - 17:00 | Atividades autogestionadas | Realização das atividades autogestionadas previamente aprovadas em edital publicado. |
| 18:00 - 19:00 | Mesa de abertura | A mesa de abertura do VII ENPSSAN reunirá representantes da Rede Penssan. |
| 19:00 | CONFERÊNCIA MAGISTRAL: Manifesto pela Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia: direitos, saberes e justiças socioambientais | Ementa: A conferência inaugura o VII ENPSSAN com uma fala-manifesto e um convite à reflexão sobre o sentido de existência e pertencimento à Terra, evocando a Amazônia como território vivo e símbolo da interdependência entre povos, florestas e alimentos. Nesta atividade, o tema da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional será discutido a partir dos saberes originários como caminhos de resistência, luta contra a fome e transformação para sistemas alimentares justos e sustentáveis. |
| 11/11/2026 | ||
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| HORÁRIO | TÍTULO | DESCRIÇÃO |
| 09:00 - 11:30 | Painel 1: Bem-viver para a transformação dos sistemas alimentares | Ementa: O bem viver é um conceito derivado das cosmovisões dos povos indígenas andinos e amazônicos, que sintetiza a perspectiva desses povos de uma convivência harmônica entre os seres humanos, a natureza e as comunidades. Esses conhecimentos garantem uma base ética, cultural e política que remete a soberania alimentar dos povos e ao direito em torno do que produzimos, distribuímos, consumimos e valorizamos nos alimentos. O objetivo deste Painel, tendo em vista o cenário amazônico em que estaremos, é colocar em contato diferentes profissionais que estudam a região, entre membros da academia e representantes da sociedade civil, para refletir sobre desafios e possibilidade que o conceito de bem viver pode oferecer no processo de transformação dos sistemas alimentares, os benefícios possíveis para as ciências humanas e sociais em alimentação e nutrição. |
| 14:00 - 15:45 | Seminários temáticos dos GTs | GT1: Crise Ecológica e Civilizatória: o papel da América Latina e Caribe para Soberania Alimentar e o Direito Humano à Alimentação Adequada. ******************************** GT2 e GT3: Produção, processamento, abastecimento e consumo de alimentos em tempos de crise climática. ********************************** GT4: Nós críticos e os enfrentamentos da insegurança alimentar e nutricional nas interseccionalidades. ********************************** GT5: Culturas Alimentares, Biodiversidade e Nutrição: desafios para o ensino, a pesquisa e a extensão. ********************************** GT6: Aspectos metodológicos da Pesquisa Nacional sobre Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Indígenas no Brasil (PENSSAI). ********************************** GT Juventudes: Vozes das Juventudes Pesquisadoras em SSAN: Anúncios e Denúncias dos Territórios. ********************************** GT Monitoramento: A experiência da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar e seus desdobramentos. |
| 16:00 - 18:00 | Apresentação de pôsteres / Lançamento de publicações (livros, audiovisual, etc.) | -- |
| 18:00 | Atividade cultural | -- |
| 12/11/2026 | ||
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| HORÁRIO | TÍTULO | DESCRIÇÃO |
| 08:30 - 10:30 | Painel 2: Desafios e perspectivas do financiamento para uma agenda de pesquisa sobre soberania e segurança alimentar e nutricional que alavanque a transição justa dos sistemas alimentares | Ementa: O painel reunirá agências de fomento e organizações filantrópicas para discutir prioridades de investimento, mecanismos de articulação e oportunidades de cooperação para fortalecer a produção científica e sua contribuição às políticas públicas. |
| 10:45 - 12:30 | Assembleia Geral - parte 1 | -- |
| 13:30 - 17:45 | Apresentação de trabalhos de comunicação oral | -- |
| 18:00 - 19:30 | Painel 3: O que aprendemos sobre a superação da fome? | Ementa: O Brasil é uma grande referência nas políticas de erradicação da fome e como articulador internacional do debate. Entre 2020 e 2022, o país vivenciou uma condição extremamente grave de insegurança alimentar, que foi evidenciada nos Inquéritos VIGISAN da Rede PENSSAN, mas já em 2025 dados da Organização das Nações Unidas mostraram que mais uma vez o país conseguiu sair do Mapa da Fome. Na esteira das ações internacionais, o país criou e foi o primeiro a aderir ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 18, anunciado na 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas de 2023, que se constitui em um esforço nacional para enfrentar o racismo e as desigualdades étnico-raciais, por meio de um compromisso voluntário do país, sobretudo para dar visibilidade à pobreza estrutural nacional de passado escravocrata, que marca o acesso desigual aos direitos sociais, entre eles à alimentação. Em 2024, o Brasil lançou a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e tem mobilizado esforços significativos para garantir a erradicação da fome no país e no mundo. Este Painel tem por objetivo promover o debate, a partir de profissionais que atuam tanto na academia, no governo e em organizações da sociedade civil, o aprendizado tido até agora no campo da SAN e os desafios ainda prementes para o alcance das metas das ODS, desde a realidade nacional, regional latino americana, mas também mundial. Para além da dimensão técnica, este Painel se propõe a problematizar e aprofundar questões políticas relacionadas ao campo das ciências humanas e sociais em alimentação e nutrição. |
| 13/11/2026 | ||
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| HORÁRIO | TÍTULO | DESCRIÇÃO |
| 08:30 - 10:30 | Sessões internas de debate dos GTs | Ementa: Reunião com pesquisadores que participaram das atividades do GT ao longo do evento, para debater os avanços científicos gerados com o evento e a agenda de pesquisa e trabalho do GT nos próximos dois anos. |
| 10:45 - 12:30 | Painel 4: Justiça climática e direito humano à alimentação adequada na resistência e na defesa dos territórios e da vida | Ementa: Este Painel propõe uma reflexão crítica das inter-relações entre a crise climática, as desigualdades socioambientais e o direito humano à alimentação adequada. A ideia de justiça climática remete aos impactos desiguais das mudanças climáticas sobre povos indígenas, comunidades tradicionais, populações camponesas, periféricas e grupos sociais historicamente marginalizados. Em busca de promover um amplo debate no campo das ciências humanas e sociais em alimentação e nutrição, com gestores públicos e mediadores sociais , o Painel contará com representantes da academia, de governo e da sociedade civil, para juntos discutirem estratégias de resistência, defesa dos territórios e da vida, com ênfase na soberania alimentar, na agroecologia, na transição de sistemas alimentares,na proteção dos bens comuns, direitos territoriais e reconhecimento dos saberes ancestrais. |
| 14:00 - 17:00 | Assembleia geral - parte 2 + Mesa de encerramento e premiações. | -- |